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domingo, 22 de maio de 2016

A minha luz.

Internet - Animati


Nua - sigo sem palavras
buscando onde me perdi...
Em becos... em abandono?
busco sons - gritos...

Busco luz e levo somente
as mãos...
Trilha escura - pés descalços
que devora e entontece.
Um querer inútil...

Ing

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Por uma vida.

Mulher por Maurício Bastos



No andar de uma vida incerta
um sopro de calor aquece a alma
molha desejos obscenos - plenos e intensos...
É um ardor que escorre cálido - lembra chuva morna
e se esvai em becos de dor, de escuridão...

O querer machuca a alma...
À distância - tão sem horizonte -
gemidos não ouvidos são tempos de luz
são linhas retas,sem rima ou poesia...

Ing

sábado, 4 de julho de 2015

Meu tempo.


Blog Fuzarca - desconheço autoria

Fale do tempo
ouça do tempo
e dele não vivas...

Corre pelas veias
 o calor do tempo
que o amor deixou
- em minhas memórias
de pele a de alma...
Correu célere
me abandonou
sem arder - sem afoguear...

Não pensa no tempo
nem vive no querer
o horizonte é maior
puxa-te sem dor
e vive sem ti...

Ing



sexta-feira, 3 de julho de 2015

Alforria.

Internet - desconheço autoria


Em tempos de alforria
em tantas almas se via
na leveza da pele alva
uma estranha alegria...

É como se um vento
elevasse o corpo
para que o tempo
fosse o alento...

Na mão do teu encanto
toda uma vida corria
e deitada - envolta se via
escondida de si em cada canto...

E a prece - fixa à parede
esconde o real amor...
Em tanta distância e frescor
leva longe a dor...

Ing

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Vida pele.

Imagem Patrick Palmer



Da pele nua me vesti
retornei do passado
trazendo comigo o desejo - inebriado...

Sombras cobriam a luz
em que tanto de mim brilhava
e o ardor da vida ocultava...

O frescor úmido me tomou - de súbito
e da janela lambe os poros
que se abrem sedentos e vorazes
a sorver sabor tão intenso...

Deixa a dor - que leva o perfume
que amansa os desejos escondidos
que busca caminhos - novas cores
sem temer ou gemer teu calor...

Ing

sábado, 6 de setembro de 2014

Algo de luz



Uma história corriqueira
e á estava eu a esperar - coração seco...
Vazia de amar -
mas plena de desejos...

Escorregando por becos escuros
vislumbrando sombras
redemoinhos de folhas secas
remetem à minha pele...

Tenho na minha loucura
um passo de dança
que balança um ventre -
sem vontades...

Sem saber aonde vou
busco a calma - e um som
na luz difusa
de uma lua azulada...

Meu absurdo - interior
leva-me aos abusos
que eu entrego às manhãs
de janelas nuas de luz...

Ing

Originalmente postado em Retratos da Alma
http://retratosdaalma.com.br/

domingo, 27 de julho de 2014

Versos em fim.

Internet - desconheço autoria


Na vida crua, uma vez me vi nua...
Em mãos cheias de cores
sob a luz da lua
me fizeste plena de dores...

E veio o tempo e o amor
levando tudo à loucura
sublimando em torpor
toda a minha ternura...

Na miragem do caminho
sem visão, nem direção
levaste teu carinho
arrastando a atenção...

Versos distantes da alegria
me remetem à melancolia
mas tudo, sempre tem loucura
mesmo a alma mais pura...

Ing

quinta-feira, 17 de abril de 2014

verso de olhar.

por Teresa Robalo




Deixo meu desejo no teu olhar
para que ele brilhe e ofusque...
Deixo o verso pulsando nas veias
e o agora que escorreu do passado...

Para além dos teus desejos
Existe uma alma que implora...
Para além dos meus desejos
Existe um abismo que chora..

Mesmo no esquecimento
aflora em minh’alma a morte..
Qual palavra seria verso
em um poetizar de angústias?

São anjos do esquecimento
Que pairam sobre mim...
Que deixam cair de suas asas
o verso livre de letras sem destino...

Mas sigo no caminho de carnes nuas
consumadas ou não, nos sentimentos...
E deixo o ventre em outro momento
Onde a palavra não sangre este olhar...

Ing

terça-feira, 30 de abril de 2013

.por vezes.



Internet

O que sinto é efêmero..
o que sinto é intenso..
É magia distante
disfarçando o brilho
que a tua falta levou..

É cristalino e denso..
e me deixa a pele..
no que sua e molha
o poro arrepio..

É vinho embriagado
entorpecido no desejo
que rompe o silêncio
em gritos da alma..

Me deixo em dor
em pudor..
me entrego
por vezes..

Ing




quarta-feira, 10 de abril de 2013

.pequeno desfecho de calmaria.

Internet - desconheço autoria


Através da névoa do teu olhar
me perco e me vejo
podiam ser rastros de brilhar
sem peles por rasgar..

Sigo e me arrasto
em espuma que me esconde
de pensamentos
sem rumo certo ou destino..

Agarro-me aos escombros
que esbarro pelo caminho
sustento o peso da alma
sem deixar ferir a carne..

Tão irreal
tão vívido...

Ing