terça-feira, 28 de setembro de 2010

sufocada.


Letras engasgadas
garganta sufocada..
Me debato em vão
na busca do som!..

Grito e tento
me ouço e sinto..
sem cor e sem dor
nada o mundo me dá!..

E assim tento respirar
correndo para sentir o vento..
mas na pele marcada
ele vem muito lento!..

Ing

5 comentários:

Fátima disse...

Um grito de angústia engasgado!

Adorei, lindo poema!
Beijos meu

meus instantes e momentos disse...

forte e intenso..
belo post.
Maurizio

Assis Freitas disse...

teus versos exalam ventos mesmo que eles fujam de tua pele,


beijo

Maria Luisa Adães disse...

Ing

"Sufocada"

Pelo que vê e não pode dizer?

Pela insensibilidade do mundo?

E o grito não sai para o exterior
fica no silêncio da sua alma,
vezes sem conta...

Se transforma numa bola de gritos
e não deixa respirar.

Corre por entre as multidões apressadas
da "cidade que não dorme"
e nem o vento a bater nessa face,
tem a força para acabar o tormento
desse, "Sufocar".

Assim eu sinto e admiro seu poema! Muito bom!

Mª. Luisa

Ingrid disse...

obrigada amigos pelas palavras.

Fátima, sempre bom te ver por aqui.

Maurizio, obrigada e bem vindo.

Assis, tuas palavras sempre me cativam.

Maria Luisa, é isto mesmo.. percepção do que por vezes me vem.

meu carinho ...