terça-feira, 4 de janeiro de 2011

em pele e carne.



Internet

Toque a pele
seda leve
suavidade

Rasque a carne
quente
vibrante

Sinta a ternura
o suor escorrer
o perfume

Beba o sangue
lambe a dor
o cheiro

Mas venha
não demora
me toma..

Ing


14 comentários:

Shirley disse...

Ái, ái, Ingrid...seus poemas de amor, nos remetem para o fundo dos nossos sonhos. Beijos!

AC disse...

Ingrid,
É nessa entrega que nos encontramos...
Belo!

Beijo :)

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

se permitir, estar com alguém...coisa boas que no teu verso quero para mim também

Ingrid disse...

Shirley,
há dias em dias..
beijos querida.

Ingrid disse...

AC,
e entregar-se em alma..
beijos.

Ingrid disse...

Ediney,
e assim sentimos.. vivemos..
beijo..

Jorge Pimenta disse...

onde estão os limites?
o que são os limites?
que limites?
simplesmente sem limites, como só o amor permite. e todos os sentidos se juntam num chilreio que resgata todas as primaveras.
beijinho grande, amiga ingrid!

Valquíria Oliveira Calado disse...

Olá amiga, como passou de ano?

Vim convida-la a visitar meu Hanukká, estou voltando com uma linda postagem.
http://hanukkalado.blogspot.com

Feliz ano novo, bjinhos.

Para Meditação:

"Agora pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor". I Cor. 13:13

Vanessa Souza Moraes disse...

Beba de canudinho :)

Ingrid disse...

Jorge,
para que limites?...
beijo querido poeta.

Ingrid disse...

Amada Valquiria,
vou lá sim.
passei muito bem o ano..entre amigos..
Beijos

Ingrid disse...

Vanessa.
tens razão, de canudinho demora mais... ;-)
beijo.

Cristiane disse...

Como sempre, lindos poemas! E me bateu uma vontade de saciar esse desejo em pele e carne!;)

Ingrid disse...

oi Cris,
que bom voce aqui..
beijinhos.